Cultura é o conjunto de costumes, conhecimentos, crenças, artes, leis, hábitos e valores compartilhados por um grupo de pessoas e transmitidos, preservados de geração em geração.

No que toca os grupos de pessoas temos no Brasil de hoje uma geração clãs de elites dos três poderes que matém e aprimoram esta cultura – assim com tem sido feito pelos coroneis e mais tarde pelos clãs, elites dos três poderes no passado.
Esses clãs se proliferaram no nordeste porque foi uma região abandonada pelas elites mandatárias dos três poderes desde a Monarquia. Enquanto tais elites focaram décadas após décadas no desenvolvimento do sul e sudeste, o nordeste foi preparado para servir de curral eleitoreiro: massa de gente sob o comando de coronéis. Os coroneis distribuiam de tudo, desde vagas no Estado bem como em empresas estatais, até vagas nos hospitais públicos para quem precisasse de atendimento médico de urgência. Eles eram a única garantia de “ajuda” do Estado para o povo do nordeste. Nunca investiram nas pessoas para que eles desenvolvessem qualificações profissionais de acôrdo com a necessidade da economia do país. Tudo e todos do Estado estavam à serviço dos mandatários dos três poderes e dos seus grupos satélites de poder – os coroneis e mais tarde surgiram os clãs da democracia moderna brasileira, os modernos coroneis. O instrumento mais eficiente de poder era a dependência da massa encurralada em currias de pobreza era a dependência pela “bondade” dos clãs: passagem para um hospital da capital, inclusive vaga no atendimento sem passar por filas; um cova para sepultar um parente; uma doação para comprar uniformes escolares; uma carrada de pedras para entupidar um buraco na rua; etc.. No meu interior presenciei um multirão ao interior do Maranhão de um membro da família Sarney. Ele chegou no interior comoanhado de uma comitiva de políticos, uma banda de música e de medicos, alé de padres que traziam coisas usadas para serem distribuidas gratúitamente. Durante a tarde foumaram-se filas para arrancar dente, para falar com o clinico geral e receber medicamnto amostra-gratis e depois a fila para recebr um óculos usado, uma roupa e calçados usados. Na noite a banda de música tocava e todos danlavam, eram abraçados por políticos, etc.. Hoje o sistema avançou, continuam mantendo boa parte dos nordestinos em currais eleitorais, mas desta vêz distribuem bolsa família e outras esmolas sociais.
Membros dos grupos das elites dos tres poderes e seus familiares recebem até tres aposentadorias, quando cometem crimes são afastados do trabalho e se aposentam recebendo a aposentadoria compulsória, recebem benef´cios acima do teto constitucional, etc., ou seja, eles estão organizados para cometerem legalmente tais absurdos.

O Nordeste foi o epicentro político, econômico e cultural do Brasil durante todo o período colonial. A região concentrou as primeiras vilas, a primeira capital e o motor financeiro da colônia, estabelecendo as bases da identidade nacional – é a região mais genuinamente brasileira. Por isso mesmo a mais abandonada. O nordeste e os nordestinos por serem muito brasileiros não era valorizado, pois por décadas tudo kmuoto brasileiro era de baixo valor social. Por iso mesmo o foco para o desenvolvimento economico e social do Brasil continuou na imigração de europeus.
Quando se trata do sul do Brasil, vê-se por lá uma evolução economica que teve seu impulso oriundo do Estado brasileiro e de empresas dos países do imigrantes que se sediavam por lá. À exemplo dos brasileiros descendentes de alemães, sabe-se que as empresas alemães deram preferência à gente de sangue alemão: recebiam bons empregos, formação profissional, bolsas de estudos na Alemanha, e por muito tempo receberam da Alemanha ajuda social como se estivessem vivendo na Alemanha, o proprio Estado alemão fechou os olhos para tanto, pois se tratava de gente do próprio sangue. Somente a partir do ano 2000 mudaram isso. Esses fatores culturais europeus que sempre foram muito valorizados pelas elites do Brasil e a tradicional cultura de gestão do Brasil proporcionaram focar no sul e sudeste e enganar o nordeste do Brasil que fornecia a maior massa de eleitores para a democracia ,oderna do Brasil. Ao mundo o Brasil mostrava que todos tinham direito ao voto e que podiam decidir sobre o futuro de suas regiões.
A cultura de gestão do Brasil foi herdada da monarquia pela república que passou a praticá-la adaptando a mesma para as necessidades das elites mandatárias do três poderes nas suas respectivas épocas. Por que me refiro sempre às elites mandatárias dos três poderes e raramente menciono as elites poderosas da economia? Porque somente através de elites mandatárias nos três poderes as elites fortes da economia exercem seus efeitos no Estado.
Abaixo podem ver recordações que caracterizam a cultura de gestão do Brasil e seus resultados. São mais de 100 anos de indignação pupular. Mas nada resolve essa cultura. O Brasil já possuiu 6 constituições republicanas desde 1889, mas, a julgar pelos resultados, todas serviram de subtefugia para justificar a existencia de uma democracia que mais tem funcionado para pequenos grupos de elites de mandatários do três poderes do que para termos um país justo. Usam a democracia para cometerem de forma organizadas a injustiça.
Observem as datas das recordações desde os primeiros anos do século 20. Quanto mais você rola a tela, mais fundo fica o poço e mais fedorenta ficam as recordações. As recordações são um testemunho de que no Brasil a gestão pública ficou mais corrupta à medida em que o país ganhava força econômica.:



Século 21
Um retirante nordestino, de origem pobre chegou a poder máximo – e o Brasil se afundou mais ainda em corrupção. Ao invés de buscar harmonizar o desenvolvimento economico do Brasil, ele usou a pobreza e a esperança do nordestinos para realizar as aberrações. Com ele as elites dos três poderes deram à cultura de gestão uma qualidade nunca antes conhecida.




























