Grandezas:
O Brasil é um dos poucos países do mundo com escala territorial, recursos naturais abundantes, diversidade industrial, força agrícola, capacidade energética, ampla demanda interna e um povo resiliente e criativo — elementos capazes de influenciar mercados globais em vários setores simultaneamente.
Do agronegócio e da mineração às finanças, à logística, à indústria, à energia e à tecnologia, o país possui um ecossistema econômico descentralizado, no qual diferentes regiões se especializam e desenvolvem setores com competitividade global.
É um país com:
• dimensões continentais
• mais de 220 milhões de consumidores
• abundantes recursos naturais
• forte capacidade industrial
• enorme potencial agrícola e energético
• crescente relevância geopolítica, especialmente por possuir a Amazônia e outras riquezas naturais de interesse estratégico para o mundo
Perversões:
Ao mesmo tempo, o Brasil também é gigante em suas perversões. Parte significativa de suas elites políticas, administrativas e institucionais legisla, decide e opera fortemente em causa própria, protegendo-se dos péssimos resultados que ajudou a produzir para a maioria dos brasileiros.
A corrupção, a baixa qualidade da liderança pública, a falta de foco no desenvolvimento humano e a péssima qualidade de muitos serviços públicos revelam um país onde a riqueza nacional frequentemente beneficia poucos, enquanto a maioria da população permanece distante das oportunidades, da prosperidade e das riquezas que seu próprio país produz.
A contradição brasileira está justamente nisso: o Brasil possui quase tudo para ser uma grande potência, mas continua permitindo que sua imensa riqueza natural, humana e produtiva seja capturada por estruturas que servem muito mais aos grupos instalados no poder do que ao desenvolvimento real da nação.
O Brasil é grande no potencial. Mas também é grande no desperdício desse potencial.
O Brasil não mudará apenas com discursos. Mudará quando mudarmos seus gestores públicos. Por isso, tomei minha decisão: para a Presidência do Brasil, votarei em Romeu Zema; para o Governo do Maranhão, em Eduardo Braide.

